
11/04/2004 04:50
Olá galeraaaaaaaa...
Pois é estamos na maior correria em processo de mudança!
Depois que estiver tudo certinho nos avisaremos a todos, sobre o Lual na casa velha....rs
Thimmy....Sempre a tarde estou no celular ou em casa...Na grande maioria no celular com esta correria toda.
Manoooooo.........Cunhado........Vc's já virão para a casa nova, depois nos falamos....E estamos esperando anciosamente a visita.
Rosi.........Obrigada pela visita! Volte sempre!!!
ESTA É UMA DE MINHAS PINTURAS A ÓLEO!!! Chama-se Justine...
E agora uim texto CURIOSO para vc's....FELIZ PÁSCOA A TODOS!!!
TRANSA LESBO PEDAGÓGICA
Há muitos anos não entrava em uma boate e estava meio atordoada com a música. Música?! No seu tempo, embora não fosse tão velha assim, com aquele "barulho" seria impossível dançar! Preconceito, decerto, com novos sons. "Como nossos pais", pensou.
Aquele tumtumtum eletrônico mergulhava-lhe o pobre cérebro e estava antevendo que amanheceria com uma puta dor de cabeça, de ressaca, embora não mais bebesse. Ficou rindo de si mesma...
Seu olhar cruzou com o da mulher. Ela também sorria e vinha em sua direção, espremendo-se por entre aquela turba saltitante.
Esperou, imaginando se estava, de fato, tentando chegar até ela e, se fosse isso, o que viria dizer. Bela mulher, ela!
Hábil, parecendo bastante à vontade, rapidamente se aproximou e, para espanto seu, a única frase que pronunciou foi: "Quer dormir comigo? Ou melhor, dormir, propriamente, não..." Sem mais, nem menos, foi isso que disse, sem parar de sorrir aquele sorriso íntimo. Íntimo?! Nem conhecia a criatura, gente! Que parecia com alguém, lá isso parecia... quem?! Deixou pra lá...
Na verdade, assustou-se. A moça ainda sorria o mesmo sorriso solto, sem qualquer sombra de constrangimento. É... ela já fôra assim, pensou...
Perguntou-lhe a idade. Vinte? Ela tinha o dobro, mas não traçou comentário algum a respeito; aliás, pensou em fazer uma série de questionamentos, daí sobreveio-lhe lembranças de centenas de loucuras pretéritas e limitou-se a lhe perguntar a qual lugar poderiam ir.
A mulher disse chamar-se Rose... Rosicléa (seria com "i"?), mas, como detestava, virara só Rose. Pensou nos nomes e, fosse um ou outro, imaginou que não combinavam com aquela beleza toda que se lhe oferecia. Também lhe pareceu meio "patricinha"... Bom, nem tudo é perfeito...
Enquanto lhe ocorriam esses e outros pensamentos, a mulher já tinha a resposta à pergunta que, momentaneamente, lhe ficara esquecida. Um motel ali próximo, dissera, onde, já era hábito receberem homossexuais e ninguém ligava. Pensou em dizer que já freqüentara dezenas de motéis, anos e anos, e jamais fôra "barrada" em quaisquer deles, mas permaneceu quieta.
A moça não parava de sorrir. Linda, ela! Topou. Por quê não rememorar, prazerosamente, apenas uma daquelas loucuras antigas? Será que seria perigoso?! Sabe-se lá! Os tempos mudaram, vai ver que... Ah! Deixa estar, se fosse ficar fazendo digressões sobre aquela situação insólita, o medo a dominaria e não faria rigorosamente nada. Medo é uma desgraça! Nunca fôra de ter medo de coisa alguma mesmo!
Saíram juntas. Era perto. Carro na garagem e uma escadinha pra subir...
Bonito, o quarto! Lembro-lhe de um em especial, lá da Niemeyer, que freqüentara muito, mas era os "olhos da cara"! Aquele tinha saído tão barato! Combinaram, na ida, dividir tudo meio a meio...
Enquanto pensava nisso, a moça abraçou-a por trás e comentou que queria absolutamente tudo. O "absolutamente tudo" foi-lhe sussurrado ao ouvido, pausada e enfaticamente. Arrepiou-se. Há anos não escutava algo tão direto e que a fizesse se sentir uma espécie de ouriço... Tesão, gente!
O quê diabos seria "tudo" hoje em dia, pensou ela? Deixou pra lá. Fosse o que fosse, faria o que lhe desse na telha, como sempre. Nunca se preocupara com "poucos", "muitos", "tudos". Sabe-se lá o que quisera a mulher dizer com aquilo?!
Gozado é que, até àquela hora, não havia, ainda, sentido tesão algum apesar da beleza e sensualidade da moça, apenas uma curiosidade quase adolescente. Sempre curiosa. Era assim, por natureza, e nunca mudara...
Virou-se e beijou-a, sofregamente. Boca gostosa! Bateu!
Estavam nuas, já. Roupas espalhadas por todo lado e nem se dera conta da rapidez com que se expuseram... Velhos tempos! Sorria da situação, mas estava gostando até demais!
Não esperou mais nenhuma antecipação da mulher. Empurrou-a, entre delicada e algoz, em direção à cama. A mulher sorria e, engano seu ou não, os olhos dela faiscavam de vontades as mais diversas. Que parecia com alguém muito especial, lá isso parecia! Quem?! Deixou pra lá...
Percorreu-lhe o corpo nu, entre ágeis lambidas e beijos úmidos e leves. Sentia-a arrepiar também. Retesado, o corpo da mulher dava a perceber o contorno da musculatura rija e forte.
A cada subida e descida, dos pés à cabeça, passava pela bucetinha e, como quem não quer nada, perdi e achava alguns segundos, fosse respirando sobre ela ou inalando-a feito bicho, seja deixando a língua esbarrar levemente no grelinho duro, que se sobressaia por entre os pêlos lourinhos aparados (adorava bocetinhas assim!), seja deixando que o bico de seu próprio seio o tocasse levemente... Sem querer, querendo, como dizia um amigo seu.
Virou-a de costas e percorre-a, com calma e pressa ao mesmo tempo. Não saberia explicar. Virou-a de frente novamente.
A mulher, sempre que lhe estava ao alcance, puxava-a pelos cabelos, cada vez com mais vontade. Murmurava palavras ou frases inaudíveis. Seriam inaudíveis ou estaria com tanto tesão que não deixava que seu ouvido "ouvisse"? Sabe-se lá! Pedidos, não eram, isso sabia. Nunca lhe acometia surdez quando se tratavam de pedidos... não eram, então.
Respirava ofegante. Tesão! Nossa!
Abriu-lhe as pernas, repentinamente. Bocetinha rosa, toda molhada... Liiiinda!
Lambeu-a, de uma só vez, de baixo para cima, da entrada que se (des)contraía até o grelinho. A mulher arqueou o corpo e gemeu alto.
Pequenas lambidas ao redor: virilha, contorno dos pêlos e.... outra lambida daquelas, de alto a baixo, com a língua bem durinha. Sem força, mas com firmeza. Aprendera isso. Força nos toques fazia com que a sensibilidade se esvaísse com mais facilidade. Bastava ser leve e firme... É... sutileza e firmeza.
Segurou-a pelos quadris e puxou-a para si, metendo-lhe a língua o mais profundamente possível na bocetinha, mexendo com a pontinha lá dentro, em movimento rápidos e em direção ao umbigo. (Sabia que a parede entre a parte interna da vagina e o clitóris era tênue e quaisquer toques desta forma poderiam provocar as mais intensas e duradouras sensações).
Não demorou muito. Retirou a língua e, numa fração de segundos, lambeu-a como antes, de baixo pra cima, uma única vez. Gemidos mais e mais altos, quase gritos.
Abriu-lhe, então, a bocetinha e, muito gentilmente, afastou para cima, em direção ao ventre, a pele que recobre parcialmente o grelinho... Nossa! Brilhante! Dada à finura da pele, estava tão duro! Só de olhar sentia um tesão enorme!
Com a ponta da língua, firme, em movimentos verticais, começou a estimulá-lo com extrema rapidez, sempre tendo em mente, apesar da loucura de tesão que sentia, que deveria manter a leveza... Tinha que ficar atenta ao timing da mulher. Se, por acaso, passasse do tempo dela, poderia acabar gozando ANTES ou nem gozar, que seria bem pior! Não... não.... Tinha que ficar atenta aos apelos da carne, sempre! Os tempos das mulheres são muito variáveis, pensou.
Lembrou-se, num rasgo de segundos, dos tempos em que comprava balinha de hortelã redondas e "chatinhas", com uma reentrância no meio, que ficava chupando de tal forma que a língua teria que ser muitíssimo rápida pra "furar" a bala bem no meio, antes que ela acabasse. Custou, mas aprendera.
Ali, enfiada no meio das pernas na mulher, engoliu completamente seu grelinho, chupando-o continuamente e, ao mesmo tempo, usando a língua na cabecinha... hiper sensível, ali... sabia...
Sem interromper, desandou a mexer, com os dedos, na entrada da bocetinha. Assim, como quem não quer nada. Pensou que dois dedos pareciam suficientes com aquela estimulação toda. Batia levemente, fazendo barulhinho, de tão molhada que estava a mulher. Não meteu. Ficou assim, usando a boca e a língua como antes e mexendo lá, na entradinha dela... "Tesão, deus!", pensou.
A mulher, então, pediu: "Mete!" Não titubeou. Chupando, meteu firme, mas sem usar a força... sensível demais, ali! Em direção ao ventre, pensava, meio zonza! Em direção ao grelinho!
De início, estocava com menos rapidez, depois, mais e mais agilmente, assim, chupando e estocando, fazendo pressão maior quando encostava na parede perto do grelinho, bem lá dentro! Gostoso!!!
A mulher trançou as pernas em suas costas, à altura da cintura, e apertou-a fortemente, toda tesa. Gemia alto e, com as mãos, agarrou-se a seus braços que ainda lhe seguravam a bundinha. Apertava suas axilas com tamanha força que, pensou, ia deixá-las roxas... Sabia que sim!
Chupando e metendo. Bem assim. Daquele jeitinho, mesmo! Anos a fio de observações aos toques haviam lhe ensinado que, daquela maneira, dificilmente uma mulher não gozaria. Chupando, estimulando a cabecinha do grelo e metendo!
E gozou. Gemendo e se contorcendo, gozou na sua boca, gostosa e prolongadamente. Foram segundos que pareciam eternidades. Achava que sempre seria assim.
Largou-se, a mulher. Não se mexia. Respiração ofegante e uns espasmos periódicos. Era só. Caladas, ambas. Deitou-se ao lado dela, fazendo-lhe carinhos. Num abraço mudo, contornou-lhe a nuca com um dos braços e puxou-a para si.
A mulher, com a cabeça apoiada em seu ombro, ainda tinha espasmos, mas com intervalos cada vez maiores, até cessar. Quietude. Silêncio.
Por quanto tempo permaneceram assim? Não sabia. Nunca soubera, pra dizer a verdade. Nessas circunstâncias, não atinava o porquê, o tempo dos homens parecia inexistir, fosse qual fosse a mulher com quem estivesse. Por quê? Não sabia...
Espiou-lhe o rosto. Que coisa, gente! Não lhe parecia desconhecido aquele semblante. Ela, definitivamente, lembrava alguém, mas... quem?! Deixou pra lá...
Quietas, ambas, e encharcadas de suor.
Passou algum tempo qualquer, sabe-se lá quanto ou qual. A mulher beijava-a agora, estirada sobre seu corpo. Esfregava-se, provocando atrito entre os sexos. Escorregou-lhe pelo corpo e abriu-lhe as pernas, chupando seu grelinho. Tesão! Gemia, pensando, agora ela, no gozo que viria. Só que a mulher chupava, mas não tocava a ponta do grelinho. Não ia ser fácil, pensou. Tentou dizer-lhe. Não lhe deu atenção. Continuou do mesmo jeito.
De repente, sem quê nem porquê, meteu nela, com força. Entrava e saia, até com agilidade, chupando, mas... algo estava errado. Falou como queria e... nada! Ela não a ouvia, não atinava. Gostoso, mas...
Fôra bom? Fôra, mas não gozara. Muita pressa, pouca sensibilidade. A mulher usara mais força que firmeza. Nada de sutileza, pensou. E o grelinho?! Não, não tinha que ser daquela forma. Tinha que tocar a pontinha, enquanto chupava. Não o fez. O atrito provocado pela força, roubou-lhe, também, parte das sensações internas... Deixou pra lá...
Foi bom, pensou, foi bom. Valera à pena, apesar...
Quietas. Nenhuma das duas fazia quaisquer comentários, apenas o silêncio imperava e a respiração alterada de ambas. Só. E o abraço mudo.
Não sabia o que acontecera. Dormira? É... Custou a perceber onde estava e o que fôra fazer ali. Não dava pra saber se amanhecera. Estava escuro, o quarto. Puxou a pesada cortina, daquelas que impedem a entrada de luminosidade externa, e... É, amanhecera...
"Cadê a mulher, gente?!". Sumira.
Ligou pra recepção e soube que ela saíra e deixara a metade das despesas pagas, até às 10h00. Que horas seriam? Perguntou pra voz de computador e veio-lhe a resposta... "8h30, senhora".
Foi pro chuveiro. Banho bom, aquele. Bem que podia ter uma suíte assim! Mas, que aquela mulher a fazia recordar-se de alguém, lá isso era! Que coisa! Deixou pra lá...
Enquanto se banhava, sorria. Loucuras de antigamente! Fôra bom, apesar... apesar... pesar... que pena! Queria ter gozado! Precisava, aliás. Fazer o quê?!
Retornou ao quarto e começou a catar suas coisas pelo chão. Precisava ir-se. Tinha compromisso ao meio-dia.
Pressa... pressa... depressa!
Parou. Que diabos era aquilo? "Um bilhete", pensou. Era. Grande, quase uma carta. Abriu pra ler.
Choque! Adrenalina! Coração disparado... Não pode ser?! Catou os óculos pra ver melhor. Deus do céu, não pode!
Era verdade. A mulher que se deitara com ela era filha de sua companheira de anos atrás! Quando se separaram, depois de dez anos de relacionamento, sua ex acabou engravidando de um carinha. "Azar", dissera ela. Foi experimentar, tinha comentado, e ficara grávida.
Vira-a muito pouco, quase nada, embora se falassem de tempos em tempos. Conhecera a menina já com dois anos. Tornara a vê-la já com dez, depois, nunca mais...
No bilhete [sic] - que aquilo parecia um testamento -, a mulher dizia que estava na boate com a mãe e que já ouvira comentários - diversos! - sobre o relacionamento sexual com ela, no passado. Falava boas coisas, de tudo um pouco, explicava na cartinha.
Na boate, a mãe apontara em sua direção, mas, depois, distraíra-se com as amigas e não vira quando a filha fôra lhe procurar. Não ficaria sabendo, escreveu. Que não se preocupasse. Seria um segredo de ambas... Que grande merda! Cruzes! Parecia incesto! Continuou lendo e deixou pra lá...
Dizia que mantivera, durante grande parte da adolescência, fantasias sexuais com aquela ex da mãe e que, um dia, jurara pra si mesma que tentaria se aproximar e experimentar. Experimentar o quê? "Ai... ai...", pensou ela, enquanto lia aquilo.
Rosto "conhecido"! Então fôra isso! Ela se parecia com mãe, de fato.
Fechou o bilhete e ficou parada ali, pensando... É, fizera comentários sobre o nome horrível que pusera na filha. Agora lembrara! Tinha sido nome da avó dela... Shit! Como pudera não se recordar?! Tantos indícios! Estava ficando esquecida demais. Deixou pra lá...
Uma coisa fôra certa: a mulher, jovem, bela e sensual, quisera o "tudo", mas não percebera que o tal "tudo" tinha a ver, também, com a parceira. Teria sido fundamental que ela estivesse com o ouvido atento, os sentidos mais aguçados para a outra - ela! - e o olhar agudo... observador! Observante atentíssimo! Que nada! Nem aí!
A noite, para aquela mulher, servira para gozar e só! Continuaria a agir da mesma forma pelo resto da vida? A maioria agia assim. Ela continuaria a fazer parte da tal maioria burra? Sabe-se lá! Nenhuma troca de palavras. Fazer o quê?
Pegou as coisas. Desceu. Compromisso.
Não estava mais preocupada. Por que ficaria, afinal?
"Quer saber?", pensou, foda-se! Sortuda! Puta gozo, aquele! Inveja e pena...
Foda-se?!
Riu alto e foi cuidar da vida.
Raquel Pellizzetti

enviada por Sil & Tha
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